terça-feira, 29 de julho de 2014

JUSTIÇA ESTADUAL DE TARAUACÁ REALIZA LEILÃO



Tarauacá, 28 de julho de 2014 - A Justiça Estadual Tarauacá em conjunto com a leiloeira oficial Deonizia Kiratch realizam leilão nos dias 07 e 21 de agosto de 2014, a partir das 08:00 horas, no Fórum. No evento, será leiloado edificação de 02 pavimentos, imóveis urbanos e comercial, localizados em Tarauacá. Além disso, veículos, cabeças de gado e outros bens também fazem parte do pregão. Interessados podem obter informações mais detalhadas pelo site www.leiloesjudiciais.com.br ou então pelo 0800-707-9272.

Patricia Jaques
Assessoria de Comunicação
(44) 2101-9272

MAIS QUATRO PROCURADORES DO ESTADO DO ACRE TOMAM POSSE

Mais quatro procuradores do Estado do Acre tomam posse
Solenidade foi realizada na sede da Procuradoria-Geral do Acre, com a presença de autoridades do Judiciário, do Executivo, de membros da carreira e de familiares dos empossados - Foto: Assessoria PGE/AC

Foram empossados, na manhã desta segunda-feira (28), mais quatro procuradores aprovados no último concurso público para provimento na carreira. A solenidade foi realiza na sede da Procuradoria-Geral do Acre, com a presença de autoridades do Judiciário, do Executivo, de membros da carreira e de familiares dos empossados.

O procurador-geral em exercício, David Laerte Vieira, deu as boas-vindas aos novos colegas e resgatou um pouco da história recente da instituição. “Esse é um ano de importantes vitórias para a instituição. Podemos citar a aprovação da nossa Lei Orgânica, do PCCR dos servidores, as obras de estruturação e reforma e o concurso público”. Laerte enalteceu a justiça e a seriedade como virtudes dos procuradores e característica imanente da PGE/AC. “A PGE faz o controle de legalidade de cada projeto do Estado, para possibilitar que eles esse transformem efetivamente em benefícios para a população. Nós queremos mesmo participar da melhoria de qualidade de vida da população”, ressaltou.

Os Termos de Posse foram assinados pelos novos procuradores, Gustavo Faria Valadares, Roberto Alves Gomes, Luciano Fleming Leitão e Nayarla de Souza Pereira que falou em nome dos colegas: “Nós temos o compromisso de atuar com ética e zelo na defesa deste patrimônio que não é de um, mas de todos os acrianos. A nossa atuação profissional deve estar à altura da nobreza do povo que aqui vive”.

A procuradora Márcia Regina, que atualmente é chefe da Casa Civil do Estado, falou sobre a importância da PGE. “Nosso trabalho como procuradores não está só na legalidade das políticas públicas. Está no compromisso com o resultado delas. Quando uma família chega a receber uma casa nova e digna, podemos ver ali a atuação da instituição”.

Da Assessoria

HOMEM É DENUNCIADO NA DELEGACIA DE ACRELANDIA POR TENTAR FOÇAR MULHER A FAZER SEXO ORAL


Imagine você, mulher casada, bem intencionada, dirigindo um carro ao lado de um homem que não é nada seu. Vocês dois estão sozinhos e na metade da viagem, numa rua escura, próximo a uma olaria, o cara abre o zíper da calça e diz: “faça um boquete agora!”.

Pois isso não é piada. Aconteceu em Acrelandia, na semana passada.

A funcionária municipal, motorista da prefeitura de Acrelandia, J. M. S., recebeu a ordem do presidente da Câmara de Vereadores para ir buscar o motorista de ônibus do Município, conhecido na cidade como Noel, em sua casa e no meio do caminho para a sede da Câmara, o homem pediu a ela para que pegasse em seu pênis e fizesse sexo oral.

Mas J. M. S foi mais esperta que Noel. No escurinho de uma olaria, no bairro Portelinha, ela parou o carro pediu para ele abrir a porta e sair. Pensado ele que ela tinha caído em seu papo, Noel desceu e J. M. S fugiu do tarado no veículo.

O fato foi denunciado na delegacia local pela J. M. S. Noel, que também é presidente de um sindicato local, não foi encontrado para dar sua versão. Na cidade de Acrelandia não se fala em outra coisa. O comentário nos quatro cantos da cidade é a tal tentativa frustada de um boquete.

Ac/24horas

' VALEU A PENA. FARIA DE NOVO' , DIZ CASAL DE ADOLESCENTES QUE FUGIU DE CASA

Kelly dos Santos e Mateus Alves, ambos de 14 anos, decidiram fugir de casa no aniversário de 5 meses de namoro (Foto: Marcelo Mora/G1)
Kelly dos Santos e Mateus Alves, ambos de 14 anos, decidiram fugir de casa no aniversário de 5 meses de namoro (Foto: Marcelo Mora/G1)


"Pode dizer, isso tudo foi uma loucura, né?", arrisca, em um impulso, a adolescente Kelly dos Santos, de 14 anos, antes mesmo de a entrevista começar na casa do namorado, o também adolescente Mateus Alves, de mesma idade, em um bairro afastado de Guarulhos (Grande São Paulo).

Mais de uma hora de bate-papo depois, de muitos sorrisos, alguns constrangidos, outros mais soltos, de troca de gracejos mútuos e de carícias, a jovem de cabelos vermelhos que combinam com as tênues sardas do rosto faz questão de deixar claro, no entanto, que o casal não está arrependido da fuga de suas respectivas residências e da epopeia que viveram desde a última quarta-feira (23) até domingo (27), quando finalmente reencontraram os pais.

“Nunca achei que fosse uma loucura. Valeu a pena porque as coisas mudaram por aqui. Não estou arrependida. Eu faria de novo. Vou ter muita coisa para contar para os meus filhos”, afirmou, como conclusão da aventura vivida ao lado do primeiro namorado.

Com um corte de cabelo semelhante ao do cantor teen Justin Bieber no início de carreira, Mateus não demonstra a mesma segurança que a exibida pela namorada em relação à solução radical que encontraram para ficar juntos, mas aparenta alívio com as mudanças recentes em que suas ações resultaram.

“Tomamos essa decisão por medo de nos separarmos, da minha parte e da parte dela. Então, para mim, tinha de ser, tinha que ser, e ela também decidiu isso e para ela também tinha que ser assim. (...) Por enquanto, melhorou tudo, porque a família está mais ligada, há mais diálogo. Mas vamos conversar ainda”, ressalta.

A noite da segunda-feira (28) seria - e, provavelmente, os próximos dias serão – para discutir a relação entre pais e filhos. Ao menos, essa foi a promessa de Cristiane Alves de Souza, mãe de Mateus, e de José Manuel, pai de Kelly. E a DR (gíria para discutir a relação) seria mesmo em família, com todos reunidos.

“Vou conversar com ele hoje (segunda-feira) também. Chamei o pai dele e vamos ter uma conversa. O primeiro ponto é ouvir, tanto ele quanto ela. Procurar ver onde estavam os erros e procurar conversar. Nada como um diálogo para se resolver as coisas. Nada de botar uma mochila nas costas e sair por aí. Tantos eles quanto nós sofremos muito. A mudança tem que vir das duas partes. Mesmo estando distante, morando com a avó dele, ele sabe que pode contar comigo e com o pai dele”, afirma Cristiane.

José Manuel fez um mea culpa e admitiu erros da parte dele e também tentou se mostrou aberto ao diálogo com a filha. “Já me entendi com ela, sim, mas ainda não conversamos tudo o que temos para conversar. Espero que a conversa seja amigável. Espero que eles cumpram algumas regras e que não voltem a fazer uma bobagem dessas. Porque, além de eles correrem risco, acabaram com a família. A família morreu durante estes dias. (...) Todo mundo erra. Eu errei em algumas partes, mas estou disposto a conversar. “

De todo modo, Mateus e Kelly, com certeza, já têm história para contar para os pais, parentes, amigos e, quem sabe um dia, até para os filhos. Um história de aventura com alguns sustos, de medo, fome, cansaço, dor e privações. Mas uma história também de coragem, ousadia, solidariedade, compaixão e amor, claro. Afinal, o(a) primeiro(a) namorado(a) ninguém esquece.

Planejamento

Mateus e Kelly moram em residências próximas, mas só se conheceram por atuarem em vídeos para um canal específico do Youtube. No final de janeiro, atuaram juntos em um destes vídeos. Pouco depois, começaram a namorar – aliás, o primeiro namoro de ambos. No dia 23 de fevereiro, Mateus foi até a casa de Kelly para pedi-la em namoro junto ao pai dela. “A turma do vídeo toda foi comigo para ver eu fazer o pedido. Ele disse: ‘Não faça com a minha filha o que você não quer que faça com a sua um dia.’”, conta, dando risada.

O namoro só acontecia entre quatro paredes, na casa dela ou dele. Com as restrições impostas, principalmente por parte do pai de Kelly, o casal começou a cogitar a fuga de casa. “Foram três vezes que falamos em fugir. Da última vez, foi por causa de uma nota baixa que ela tirou e o pai dela começou a brigar com ela. Ao mesmo tempo, a minha mãe começou a falar que iria me levar para morar com ela em São Paulo. Eu não queria isso”, disse Mateus.

Diante de uma possibilidade de separação, o casal começou a fazer planos. Kelly se encarregou de levantar o dinheiro para a fuga; Mateus tratou do planejamento, como os roteiros e o que iriam levar. Kelly juntou, ao todo, R$ 367,00. Enquanto isso, Mateus elaborava o roteiro, pesquisando na internet.

A data para partida foi 23 de julho, aniversário de cinco meses de namoro. O destino escolhido foi a cidade de Itanhaém, no litoral sul do estado. “Sabia apenas que tinha praias boas”, justifica. Na bagagem, três mochilas, com poucas roupas, produtos de higiene pessoal, comida, como macarrão instantâneo e biscoitos, uma panela, um violão e dois skates – isso mesmo, dois skates. “Estava planejando morar lá e trabalhar tocando e cantando em algum lugar, algum bar”, contou.

Logo depois de iniciarem a fuga, pararam em um supermercado em Guarulhos para comprar uma barraca, ao custo de R$ 46,00. “Uma mulher que estava na frente do mercado falou assim quando nos viu: ‘Suas mães devem estar com o coração na mão.’”, lembrou Mateus.

Responsável pelo planejamento da fuga, Mateus pesquisou todo o roteiro pela internet para tentar chegar em Itanhaém, no litoral sul do estado (Foto: Marcelo Mora/G1)
1º Dia (quarta-feira, 23)

Pelo roteiro traçado com bastante antecedência, no dia 18 de junho, o casal pegaria um ônibus de Guarulhos até a Estação Armênia do Metrô, na Zona Norte. De lá, seguiriam até a Estação Ana Rosa, onde fariam a baldeação para a Estação Tamanduateí, já na linha verde do Metrô. A partir daí, pegariam um ônibus para Ribeirão Pires, ponto de partida para o litoral pelo Caminho do Mar, antiga estrada de acesso à Baixada Santista, atualmente fechada para veículos.

O casal conseguiu chegar em Ribeirão Pires, na região metropolitana, na noite de quarta-feira. Nesta cidade, depois de muito caminhar em busca de um local para armarem a barraca, tiveram de pernoitar na calçada de um bairro nobre, segundo Kelly. “Por volta das 3h (de quinta-feira, 24), passou um carro de polícia por nós, mas não falaram nada. Nessa hora, entrei em pânico”, recordou Kelly.

2º Dia (quinta-feira, 24)

Na manhã de quinta-feira, eles seguiram a pé pela Rodovia Índio Tibiriça - que liga a Via Anchieta até a cidade de Suzano - até o Caminho do Mar, onde chegaram por volta do meio-dia. Segundo eles, as pessoas que os avistavam perguntavam se eles estavam drogados. Depois, procuravam aconselhá-los, em vão, a retornar para casa. Em contrapartida, em momento algum foram abordados por policiais, militares ou rodoviários, seja em área urbano ou na rodovia.

“Nosso objetivo era descer até Cubatão (na Baixada Santista) e pegar um ônibus até Bertioga (no litoral norte). De lá, pegaríamos outro ônibus até a Praia Grande (na Baixada Santista) e, depois, mais um ônibus para Itanhaém (no litoral sul)”, revelou.

Se dar ao trabalho de viajar de um lado para outro no litoral tinha por objetivo evitar passar por postos rodoviários nas estradas mais movimentadas, revelou Mateus. Além disso, também evitaram pegar ônibus em rodoviárias intermunicipais. “Pois eles iriam pedir os nossos documentos”, justifica Mateus. Para completar, cortaram laços de vez com suas famílias ao retirarem os chips de seus celulares. Posteriormente, os aparelhos foram destruídos

 
De bagagem, o casal levou três mochilas, panela, barraca, um violão e dois skates (Foto: Marcelo Mora/G1)
Já no Caminho do Mar, andaram por cerca de 900 metros. “Estava dando tudo certo até aí. Mas começou a ter muito mosquito, negócios de macumba, o frio”, relata Mateus. E a sensação de medo foi inevitável. Para demovê-los de vez da ideia de seguirem até Cubatão, um outro casal que passava pelo local informou-lhes que a trilha até a cidade era muito longe e perigosa.

Desta forma, o casal decidiu retornar para Ribeirão Pires de ônibus. Na volta, Mateus passou mal e teve uma crise de choro. “Ele não parou de chorar a viagem toda de ônibus”, relembra Kelly. “Não lembro de nada”, completa Mateus, sem saber explicar o motivo da crise. Em Ribeirão Pires, dormiram mais uma vez na calçada de um outro bairro nobre.

3º Dia (Sexta-feira, 25)

Na sexta-feira, vagaram pelas ruas de Ribeirão Pires, comendo em lojas de conveniência de postos de gasolina. Por fim, decidiram pegar o trem da CPTM. “Ficamos para lá e para cá nas estações, para ver onde iríamos dormir na noite seguinte. A intenção era ir para Liberdade (região central de São Paulo)”, relembra Mateus.

Por fim, se decidiram pela Estação Praça da Árvore do Metrô, na Zona Sul da capital. “Ele achou que haveria uma praça com árvores e que íriamos poder acampar nesta praça”, recordou Kelly. Antes, porém, o casal foi até um shopping da Zona Norte para comprar mantas. “Pagamos R$ 25 cada uma”, diz Kelly.

Apesar disso, o frio se tornou insuportável assim que a noite caiu. E mais uma vez Mateus teve uma crise e chorou. “Dormimos em uma viela. Tremíamos tanto até o dente doer”, recordou. Enquanto um dormia, o outro vigiava, para evitar que fossem roubados ou até mesmo vítimas de algum tipo de violência.

4º Dia (Sábado, 26)

No dia seguinte, o casal conheceu um rapaz chamado Paulo, que morava próximo, com quem conversaram. “Ele nos disse onde tinha uma casa para alugar, por R$ 450, e onde procurar emprego. E conseguimos, em uma lanchonete. A proprietária iria nos pagar R$ 100 por mês para cada um, para fazermos de tudo na lanchonete. Era para começarmos hoje (segunda-feira)”, conta Mateus.


Mais tarde naquele dia, o casal decidiu ficar acordado para esperar por Paulo na mesma viela. No entanto, foi Kely, mulher de Paulo, quem também se aproximou para puxar conversa. “Ela também perguntou se éramos drogados. Ela só confiou na gente porque tinha espírito meio de hippie”, disse Mateus.

5º Dia (Domingo, 27)

Kely os levou para casa, deixou que tomassem banho e serviu refeições para eles. “Conversamos até de madrugada. Acordamos quase ao meio-dia (de domingo). Foi quando resolvemos olhar o Facebook e estavam lá todas aquelas reportagens sobre o nosso desaparecimento. Pensei: ‘Agora ferrou!’”, narrou Mateus.

Ao perceberem a situação, Paulo e Kely pediram os telefones dos pais ao casal, alegando que iriam avisar que os filhos deles estavam bem e para não se preocuparem. Em seguida, saíram, dizendo que iriam fazer compras em um supermercado. “Quando eles voltaram, estavam com os nossos pais. Foi aquela choradeira”, recorda Mateus.

Depois do reencontro, as famílias seguiram para uma delegacia para registrar o reaparecimento do casal de adolescentes. De volta às suas respectivas casas, Mateus e Kelly demonstram estarem ainda mais próximos e tentam tirar lições de todo esta aventura.

“Sabe que eu acho que ele é meio doido, aventureiro. Mas sou um pouquinho aventureira, senão, não toparia, não. O que eu aprendi é que ainda não sei bem o que é o mundo, mas esses cinco dias não vou dizer que foi uma m... Não foi, porque eu estava com ele; porque senão teriam sido. Mas realmente fugir de casa, viver na rua não é o que agente espera. Você vai passar frio, vai passar fome, vai pegar gripe e meu conselho é esse: para ninguém fugir de casa”, ensina Kelly.

“A experiência foi boa, principalmente a de dormir junto com ela. Ela tinha umas alucinações durante a noite. (...) Mas a gente pensou que a vida era boa lá fora, que a gente iria acampar normal, iria fazer fogo, para fazer comida na panela que a gente levou, mas não foi. Deu muito medo, você ficar sem comida, ficamos com muita dor por causa da bagagem, dor nas costas, nos pés, na cabeça, pegamos muito frio. A maior parte do caminho foi de muita preocupação por causa dela, com medo de que nos assaltassem, perdi horas de sono. Depois de saber que estavam atrás de nós, veio aquele clima de esperança que iriam nos deixar juntos. Mas o que estava ruim foi resolvido. Melhorou bastante o diálogo”, confirma Mateus.

G1

quarta-feira, 23 de julho de 2014

A COPA E OS 2 BRASIS: BRASILDINÁVIA E BRASILQUISTÃO

Num passe de mágica, que o jeitinho brasileiro conhece bem, conseguiram ludibriar os jornalistas estrangeiros, durante a Copa do Mundo, escondendo deles o  Brasilquistão (o Brasil que não deu certo: violento, desigual, desumano, concentrador de riquezas, pobre, sujo, sangrento, corrupto, serviços públicos de quinta categoria etc.). 

Mostraram para eles o Brasildinávia (o Brasil que está com a ponta da proa virada para a Escandinávia). Mais da metade dos 438 jornalistas pesquisados (pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, contratada pelo Ministério do Turismo) tiveram suas expectativas superadas e quase 100% (98,6%) acharam o mundial “muito bom” ou “bom”; 96,5% recomendariam uma viagem ao Brasil. As avaliações positivas deles foram as seguintes: aeroportos: 88% de aprovação; táxi: 87,7%; segurança pública: 81,8%; rodovias: 81,6%; limpeza pública: 80,4%; sinalização de trânsito e turística: 75,9%; disponibilidade de voos no Brasil: 75,1%; rodoviárias interestaduais: 69,5%; mobilidade urbana: 67,9%; telefonia e acesso à internet: 52,1%; imagem do Brasil após a Copa: melhorou (59,4%) (Carta Capital 23/7/14: 26).


O que eles não viram? Não viram o Brasilquistão, com 276 mortes epidêmicas e diárias (154 assassinatos e 122 óbitos no trânsito) e mais de 101 mil anual. Viram a tragédia do nosso futebol (10 a 1, em dois jogos), mas não sentiram o drama na economia (que não cresce e ainda padece de forte inflação), na saúde (pessoas morrendo nas portas dos hospitais), nos transportes públicos fora da Copa (e fora dos feriados), na segurança pública (o Brasil é o 12º país mais violento do planeta e 16 das 50 cidades mais homicidas estão aqui), na indústria (que está ultrapassada), nas comunicações (que funcionam precariamente), na educação (3/4 da população é analfabeta funcional), na inovação, no uso inteligente das tecnologias, na burocracia, na política corrupta, nos partidos decréptos, na Justiça que tarda, na polícia que mata (e que também morre, no genocídio estatal), na criminalidade organizada que expande etc.

Durante o mês da Copa as televisões e rádios monopolizaram suas atenções no futebol. Ficamos com a impressão de que os furtos, roubos, latrocínios, tiros, assassinatos e corrupções tinham tirado férias. Todo esse inferno diário foi eclipsado para se mostrar o paraíso (cheio de Adãos e Evas nús e sensuais, escondendo-se obviamente as serpentes e seus ovos). Como é fantástica a sensação do Brasildinávia e como é massacrante e torturante o nosso dia a dia de Brasilquistão, com tiroteios diários nas favelas “pacificadas”, com mortes nas portas dos hospitais, com ignorância dentro das escolas, com políticos filmados embolsando o dinheiro da corrupção financiada por empresas e bancos… Que calmaria ver nas televisões apenas tiros de meta (não de canhões do Exército), tirombaços aos gols (não contra os jovens negros), ataques eficientes das seleções (não os ataques nas ruas contra nossa integridade).

O paraíso se instalou no lugar do inferno, mas este está voltando ao seu “normal” (errático, sorumbático e morfético). Foi elogiada a segurança nos estádios e das equipes, sem se dizer que estamos em pleno regime de exceção (a ponto de se mobilizar em todo momento o Exército, que só atua em situações excepcionais). Eliane Castanhêde (Folha 22/7/14: A2) foi informada de que mais de 12 mil argentinos foram vítimas de roubo/furto (segundo o G1), os furtos nos trens, metrôs e ônibus aumentaram 379% em São Paulo e por aí vai. Os números completos sairão nos próximos dias. Esse Brasilquistão(que é o que nos pega no cotidiano) não tem nada a ver com o Brasildinávia que os jornalistas estrangeiros viram. Eles acharam bonitas até mesmo as nossas indecentes rodoviárias! (“sabe de nada, inocente”).

Luiz Flávio Gomes
Professor
Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). [ assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas] ]

NOVA FRIAGEM CHEGA AO ACRE NESTA QUINTA-FEIRA, AFIRMA DR. FRIALE

Uma nova frente fria pode atingir o Acre nesta semana. A previsão do site O Tempo Aqui, do meteorologista Davi Friale, informa que a friagem pode chegar na próxima quinta-feira (24).

De acordo com a previsão, a friagem chegará durante a noite após muita chuva. Ao amanhecer de sexta-feira (25), os termômetros estarão oscilando entre 13 e 15ºC, em Rio Branco e Brasileia, porém, devido aos fortes ventos, a sensação térmica – para quem estiver exposto a esses ventos – será inferior a 8ºC.

O frio vai continuar durante todo o final de semana, com muito vento, e máximas que ficarão abaixo de 22ºC. O domingo começará com temperatura baixa, mas com menos vento.

Segundo o site, os acreanos ainda terão longos dias com a temperatura amena. Há probabilidade de que o Acre, principalmente, as cidades de Rio Branco e Brasileia, seja tomado por frio durante dez dias consecutivos, ou seja, até a primeira semana de agosto, com temperaturas reais em torno de 10ºC e sensação térmica próxima ou, até, abaixo de zero.

O site informa ainda que a chegada da frente fria não será por falta de avisos para comunidades não promoverem doações de agasalhos.

“Não serão os termos ‘surpresa’ e ‘frio inesperado’ que justificarão qualquer ausência, de quem quer que seja, em se oferecer agasalhos às pessoas que estão sem condições de adquiri-los”. (AC24HORAS)

ARTIGO: ATUALIDADE!

                                              Fotos/J.Gomes

Em tempos atuais onde as crenças e as religiões se propagam , as ciências avançam e ás tecnologias dominam o mundo. Tantas felicidades proporcionadas pela revolução tecnológica. Á fé torna-se, cada vez ,algo abstrato! Á fé torna-se, apenas, uma necessidade das pessoas de não se sentirem sós no universo. 

Os tempos, apesar, dos avanços tecnológicos, aparentemente, de á humanidade está vivenciando o auge das facilidades, não conseguiu, ainda, se encontrar como seres humanos. Decorrente das varias correntes filosóficas, crenças religiosas e o ápis dos avanços tecnológicos. 

Os tempos são outros, não há aldeões, cleros, baixo clero, imperadores e reis, alias, agora vivemos na modernidade. O novo mundo, onde, tudo é mais simples! Vivemos em um mundo, onde, as pessoas não precisam pegar em espadas para obterem o que almejam. A tática agora é, apenas, a boa aparência, ganancia, astucia e obter o conhecimento certo. 

Com essas ferramentos as pessoas podem conquistar qualquer coisa. O novo mundo é movido pela á ganancia. Não muito diferente dos tempos medievais, mas o que mudou foi as ferramentas e os meios usados de dominação das riquezas, das pessoas, da natureza e seus recursos naturais. 

Antes em outrora os grandes escravizavam literalmente as pessoas, sujeitando-as para fazerem as suas vontades. Hoje na atualidade as ferramentas de escravização mudou, agora, eles escravizam mentes com suas ferramentes modernas! Á tecnologia, o prazer imediato, o conhecimento rápido e alienação política ( Á politica é a mãe do sistema do novo mundo). 

O novo mundo é movido pelo capital “ Dinheiro”, ás religiões, ou, pelo menos algumas, se adaptaram ao moderno. Agora! O capital é algo importante dentro das igrejas. O fiéis? Uma fonte de renda! O cenário está bom, o sistema está em perfeita ordem para os gananciosos e os grandes capitalistas. 

O novo mundo tem muitas coisas boas e deixou para atrás a trevas no que diz respeito ao conhecimento. Mas as guerras, pestes, concupiscências aumentaram ( Hoje se Deus de Abraão toma-se a mesma posição que tomou diante as a frontas dos cidadãos de Sodoma e Gomorra, certamente, a terra seria riscada do universo).

Logica é o que move a sociedade moderna. Hoje vivemos mediantes aos fatos, evidências e comprovações cientificas. As pessoas estão perdendo os laços de amizade, fidelidade, família e o senso de realidade. Tudo é passageiro, rápido e- o mundo virtual é mais atraente que o mundo real. A sociedade moderna está vivendo literalmente á matrix dos filmes americanos. A grande questão é! Que sociedade emergira desse novo mundo?

J.GOMES

quinta-feira, 26 de junho de 2014

ATRAPALHO DA EQUIPE DO GOVERNO "ITERACRE" CAUSA CONSTRAGIMENTOS EM CARTÓRIO

   

Em meio aos discursos eloquentes e bonitos, foram, entregues, os Títulos definitivos dos Moradores do Bairro da Cohab, Copacabana e centro. Mas, o que me parece é que houve um atrapalho da instituição ITERACRE na hora de coletar os dados dos moradores e recolher informações junto ao Cartório do Município. 

Algumas pessoas que tentaram registrar seus referidos títulos não puderam, devido, já possuírem seus títulos definitivos. Segundo o cartório do Município não poderiam fazer tal registro, pois, caracterizaria duplicidade de título de propriedade, um ato, totalmente ilegal. 

Mas, ás pessoas que de fato ainda não tem seus títulos definitivos poderão fazer o registro, mas antes haverá uma reunião com o prefeito Rodrigo Damasceno, setor imobiliário do município, o cartório e o representante do INTERACRE.

Na hora da coleta de dados dos moradores, os funcionários, do INTERACRE passavam á informação que independente dos moradores que tinham seus títulos definitivo. Os referido títulos que os moradores tinham não erá validado e o que teriam validade seriam esses que haveriam se entregue pela a referida Instituição. Vamos Aguardar!. ( Quando ás instituições não tem informações e não interagem com ás demais instituições, ocorre, isso. Incompetência e constrangimento ás pessoas de bem).

quarta-feira, 25 de junho de 2014

5 DICAS PARA QUE SEU GRUPO DE ESTUDO FUNCIONE DE VERDADE!



Uma das maneiras mais eficientes para se preparar para qualquer prova ou exame é a formação de um grupo de estudo que ajudará todos seus integrantes que têm um objetivo em comum.

Entretanto, para que essas reuniões sejam eficientes, é necessário adotar algumas regrinhas que todos devem cumprir. Vamos a elas:

1 – Grupo de estudo é para ESTUDAR!
Embora pareça redundante, essa pode ser chamada de “regra de ouro”. Muitos estudantes se reúnem e acabam apenas “colocando o papo em dia”. Portanto, o grupo deve realmente assumir o compromisso de estudar.

2 – Não forme grupo grande!Já está mais do que provado. Grupos com muitas pessoas têm maior tendência a se dispersar. Assim sendo, não forme grupo com número superior a 4 participantes.

3 – Escolha integrantes realmente empenhados!

Ao contrário do que parece, as pessoas que mais agregam ao grupo são as dedicadas e não as inteligentes. Lembre-se que quem ensina, aprende duas vezes! Dessa forma, se tiver que optar por um colega esforçado e outro apenas inteligente, não tenha medo! Escolha aquele que você sabe que cumprirá o combinado à risca.

4 – Material em mãos!

Não adianta nada o grupo se reunir e não ter os livros necessários para pesquisar. Certifique-se que todas as reuniões terão o material necessário para que o grupo trabalhe sem interrupções.

5 – Dê preferências aos exercícios e não a teoria!

O grupo foi feito para que seus integrantes se ajudem entre si, correto? Logo, não tem sentido algum todo mundo se encontrar e decidir ler o conteúdo do livro didático. Neste exemplo, seria muito mais interessante se todos já tivessem lido a teoria. Portanto, separe bem o que cada um deve estudar sozinho e o que será feito na hora da reunião. Em geral, cada um deve fazer, em sua casa, as leituras das teorias. O grupo deve ter como foco os exercícios e os debates.

Agora é com você. Ou melhor, com vocês!

TARAUACÁ: GOVERNADOR TIÃO VIANA E SECRETÁRIO EDVALDO MAGALHÃES ENTREGAM AGROINDÚSTRIA DO MUNICÍPIO

                                    Governador visita instalações da agroindústria de Tarauacá

O Governador Tião Viana esteve em Tarauacá na tarde desta terça feira, 24 de junho, onde inaugurou as instalações da Agroindústria de Tarauacá, com estrutura de uma empacotadeira de grãos e outra de processamento de polpa de frutas regionais.

                                Governador entrega 600 títulos de propriedades em Tarauacá

Antes, o Governador acompanhado do vice César Messias, Deputada Federal Perpétua Almeida, Deputados Estaduais Moisés Diniz, Manoel Moraes, autoridades locais e população, fez entrega de 600 títulos de propriedades urbanas para moradores dos /bairros Cohab, Copacabana e parte do Centro da cidade, através do programa de regularização fundiária desenvolvido pelo ITERACRE em parceria com a prefeitura do município.

                                                Secretário Edvaldo Magalhães - SEDENS

O Secretário Edvaldo Magalhães (SEDENS) mobilizou os produtores do município para participarem do ato de inauguração a Agroindústria e falou da luta de todos os trabalhadores rurais ao longo de muito tempo e que agora começa a se tornar realidade.

                                                     Farinha Milito sendo empacotada

A cidade de Tarauacá desenvolveu nos últimos anos uma variação da farinha de mandioca, conhecida como “Farinha Militos”, com textura mais granulada e naturalmente crocante.

O produto ocupa posição de destaque no mercado local e passou a ser bastante procurado pelos turistas/passageiros que cruzam a cidade, sendo hoje o produto de referência no município. 

Para agregação de valor a este produto, bem como visando desenvolver estruturalmente canais de comercialização, o Governo do Estado, através da SEDENS em parceria com a Cooperativa Agroextrativista de Tarauacá – CAET, implantou uma Agroindústria de Empacotamento, incluindo reforma e adequação do espaço físico do antigo prédio da Cageacre, com aquisição e instalação de equipamentos, desenvolvimento de embalagens e estruturas comerciais e apoio na gestão de empreendimento.

                                                       Agroindústria de Tarauacá

Adicionalmente foi concebida no mesmo espaço uma Indústria de Processamento de Polpas de Frutas Regionais (cupuaçu, açaí, abacaxi, goiaba, graviola e outras), possibilitando a agregação de valor aos produtores locais, bem como fomentando a distribuição de renda ao longo da cadeia produtiva.

                                                produtores rurais presentes no event
A capacidade de produção da indústria de empacotamento é de 160 toneladas de grãos ao mês. Já a de processamento de polpa chegará a 80 toneladas ao mês. 

Um investimento na ordem de R$ 1. 539.934,57 (um milhão, quinhentos e trinta e nove mil, novecentos e trinta e quatro reais e cinquenta e sete centavos).

20 empregos diretos serão gerados na estrutura industrial envolvendo inicialmente 350 produtores, mas, com capacidade de aquisição de toda a produção local de farinha de mandioca e de frutas.


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